Passagem para um universo particular, Doga (2025, Sonamos) concentra o que há de melhor no trabalho de Juana Molina. São faixas que exploram estruturas sem ganchos tradicionais, letras enigmáticas e o uso de ambientações sonoras sempre inquietantes. Um delirante atravessamento de informações, mas que em nenhum momento sufoca o humor peculiar da musicista, proposta que […]