
Entre batidas tribais, o misticismo dos grupos femininos dos anos 1960 e a crueza de um coração partido, Lykke Li deu vida a um dos capítulos mais densos e influentes do pop nórdico: Wounded Rhymes (2011). Nesta edição, Cleber Facchi (@cleberfacchi) e Renan Guerra (@_renanguerra) mergulham no processo criativo do disco, a duradoura parceria com o produtor Björn Yttling e o impacto cultural de um trabalho que transformou I Follow Rivers em um hino geracional e ainda revelou preciosidades como Get Some, Sadness Is a Blessing e I Know Places.
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Jornalista, criador do Música Instantânea e integrante do podcast Vamos Falar Sobre Música. Já passou por diferentes publicações de Editora Abril, foi editor de Cultura e Entretenimento no Huffington Post Brasil, colaborou com a Folha de S. Paulo e trabalhou com Brand Experience e Creative Copywriter em marcas como Itaú e QuintoAndar. Pai do Pudim, “ataca de DJ” nas horas vagas e adora ganhar discos de vinil de presente.
Jornalista, criador do Música Instantânea e integrante do podcast Vamos Falar Sobre Música. Já passou por diferentes publicações de Editora Abril, foi editor de Cultura e Entretenimento no Huffington Post Brasil, colaborou com a Folha de S. Paulo e trabalhou com Brand Experience e Creative Copywriter em marcas como Itaú e QuintoAndar. Pai do Pudim, “ataca de DJ” nas horas vagas e adora ganhar discos de vinil de presente.