É impressionante o poder de síntese de Luiz Barata em Eterno Menino Levado (2026, Torcicolo). Sequência ao material entregue no ainda recente Pragas Urbanas (2025), o trabalho de oito faixas e quase 18 minutos de duração destaca a capacidade do rapper carioca em mergulhar nas próprias inquietações, desenvolver narrativas urbanas e confessar sentimentos de maneira […]