Não há nada mais detestável e triste do que a higienização plástica do pós-morte. Morre o artista, cria-se uma versão idealizada do mesmo, sempre repleta de bons momentos e lembranças adocicadas. Com Gal Costa (1945 – 2022) não foi diferente. Desde a morte da Musa da Tropicália, em novembro do último ano, o que mais […]